Empresa e tecnologia
Pesquisa que
virou produto.
O Miura não começou como um site com um plano de assinatura. Começou como pesquisa aplicada em market data science, tape reading, fluxo e microestrutura — e o produto é o que sobreviveu a essa pesquisa.
Disciplinas
De onde vem a leitura.
Market data science
Captura, normalização e verificação de consistência dos dados antes de qualquer interpretação. Sem essa base, todo o resto é ruído bem apresentado.
Tape reading e microestrutura
O estudo de como as ordens chegam, quem agride, quem absorve e o que resta depois. É a camada mais difícil de traduzir e a que mais diferencia o produto.
Estrutura e contexto
Volume profile, VWAP, níveis de sessão e o cenário macro que define em que ambiente aqueles níveis estão sendo negociados.
Design de informação
Medir bem não basta se a leitura não couber na tela. Boa parte do trabalho é decidir o que mostrar primeiro e o que deixar a um clique de distância.
Tecnologia
Dados próprios, não leitura de terceiros.
A captura e o processamento acontecem em um núcleo interno de pesquisa, mantido separado do produto comercial. Ele não é vendido, não é exposto ao usuário e não tem interface: existe para que a plataforma trabalhe com dados próprios em vez de repetir a interpretação de outra ferramenta.
O produto comercial é o Miura Intelligence: a camada que apresenta esses dados de forma utilizável. Produtos automatizados, como o Miura Quant, são uma linha separada e futura, e não fazem parte do que está sendo oferecido hoje.
Princípios
Como decidimos o que entra.
- 01
Se não pode ser medido, não vira leitura
Nenhuma conclusão é apresentada sem um número que a sustente.
- 02
Estado desconhecido é um estado válido
Quando o dado não existe, a tela diz isso. Não preenchemos lacunas com estimativa.
- 03
A síntese não substitui a evidência
Toda leitura consolidada abre nos dados que a formaram.
- 04
Nada é anunciado antes de existir
O estágio de cada ferramenta é sinalizado no site e no produto.
